bem-vindo ao nefp

PALESTRA : FENOMENOS PARANORMAIS REVISITADOS

FENÔMENOS PARANORMAIS REVISITADOS

Veja as fotos do evento clicando aqui.

Palestrante: Prof. Joston Miguel Silva - fundador e segundo Coordenador do Núcleo de Estudos dos Fenômenos Paranormais/Ceam-UnB; ministrou a disciplina opcional Parapsicologia Geral e Experimental na UnB, de 1990 a 1999, e a disciplina de extensão para a comunidade Parapsicologia na Vida Diária, de 1992 a 1999; Pesquisador da fenomenologia paranormal; Mestre em Psicologia pela UnB; M. A. in Pshychology-SUNY-N.Y., L. I., USA; hipnólogo, PNLista, Mestre de Reiki e escritor.

Resumo: Os fenômenos parapsicológicos tantas vezes visitados; desafios de percurso; as 90 turmas do curso de pesquisa; resultados estatísticos versus resultados qualitativos; fenômenos paranormais na vida diária; condições e técnicas para se produzir fenômenos paranormais; uma vivência de telepatia (Influência a Distância) com os presentes.

Local: Ceam-UnB - Prédio Multiuso I, Bloco A
Campus Universitário Darcy Ribeiro - Asa Norte
Tel.: (61) 3349-7407 / 3349-6826 / 3349-2584
Data: 5 de junho de 2009
Hora: 19h
Contatos:
Tel.: (71) 9147-0843/3011-6548
Site: www.cht-itaparica.com.br
MSN: cht.itaparica@hotmail.com
Skype: diulinaribeiro

As áreas de atuação do nefp

O Núcleo de Estudos de Fenômenos Paranormais distribui suas pesquisas em quatro ramos distintos: conscienciologia, terapias integrativas, ufologia e astrologia. Clique em cada uma dessas áreas para conhecê-las melhor.

 

Nossa preocupação com o próximo

O NEFP conduz pesquisas com respaldo científico e sempre preocupado com o impacto dos resultados na sociedade. Para o NEFP, os assuntos abordados em nossas pesquisas são de suma importância para o enquadramento de indivíduos que sentem-se, de alguma forma, excluídos. Com isso em mente, trabalhamos de forma a fazer com que esses indivíduos possam se integrar e conviver harmoniosamente com a sociedade.

Há muitas pessoas que sofrem preconceito por não saberem lidar com suas próprias potencialidades. A marginalização dessas pessoas e a banalização de seus problemas só contribuem com o conflito no convívio, tanto familiar quanto de qualquer outra espécie.